Home | C. H. Spurgeon | Log out

Venha para o Metropolitan Tabernacle

SpurgeonTv

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

| | 0 comentários | Continue lendo

Jesus Chorou! | Sermão Nº 2091 | C. H. Spurgeon



Sermão pregado na manhã de Domingo, 23 de Junho de 1889 – no Tabernáculo  Metropolitano em Londres


quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

| | 0 comentários | Continue lendo

O cristianismo genuíno é... | C. H. Spurgeon


BEM-AVENTURADO! O Salmista se sente tão arrebatado pela lei do Senhor, que considera como estando conformado a ele seu mais elevado ideal de bem-aventurança: “Bem-aventurados os irrepreensíveis no seu caminho, que andam na lei do Senhor” (Sl 119.1) -  Ele está olhando admirado para as belezas da lei perfeita; e, como se nesse versículo encontrasse a suma e resultado de todas suas emoções, ele exclama: “Bem-avnturado é o homem cuja vida é a transcrição prática da vontade de Deus”.


O cristianismo genuíno não é apático nem árido; ele tem suas exclamações e êxtases. Não só julgamos ser a guarda da lei de Deus uma atitude sábia e correta, mas nos sentimos ardentemente extasiados ante sua santidade, e clamamos em extasiante adoração: “Bem-aventurado são os imaculados!”. Significando com isso que ardentemente desejamos tornar-nos assim. Nosso desejo por FELICIDADE não é maior do que o de sermos PERFEITAMENTE SANTOS. É possível que o escritor tenha laborado sob o senso de sua própria falha, portanto invejando a bem-aventurança daqueles cuja vida havia sido mais perfeita e santo que a dele; aliás a própria contemplação da lei perfeita do Senhor na qual ele agora tem ingresso fosse suficiente para levá-lo a deplorar suas imperfeições pessoais e a suspirar pela bem-aventuraça de um viver sem mácula.


O cristianismo genuíno é sempre prático, pois ele não nos permite deleitar-nos numa regra perfeita sem excitar em nós profundo anelo de conforma a essa regra nossa conduta diária. Uma benção pertence aos que ouvem, leem e entendem a Palavra do Senhor; não obstante, uma bênção ainda maior advém da real obediência a ela e concretiza em nosso andar e conversação o que aprendemos em nosso exame das Escrituras. A mais genuína bem-aventurança consiste na pureza de nosso caminho e de nossa caminhada.


Este primeiro verso constitui não só um prefácio a todo o Salmo, mas pode ser considerado como o texto sobre o qual o resto é um discurso. É semelhante à benção do primeiro Salmo, o qual é o próprio cabeçalho de todo o livro: Há certa semelhança entre este Salmo 119 e o Saltério, e este é só um ponto dele, que começa com uma benção. Neste também vemos algumas prefigurações do Filho de Davi, que começou seu grande sermão como Davi começou ser grande Salmo. É bom abrir nossa boca com bênçãos. Quando não podemos concedê-las, podemos apontar o caminho de sua obtenção; e ainda quando nem mesmo as possuamos, pode ser proveitoso contemplá-las, para que nossos desejos sejam exercitados e nossas almas movidas a buscá-las. Senhor, se não sou ainda tão abençoado ao ponto de não ser ainda contado entre os imaculados em teu caminho, contudo meditarei intensamente na felicidade que desfrutam, e a porei diante de meus olhos como uma ambição a ser concretizada em minha vida.



Do modo como Davi começa seu Salmo, os jovens deveriam começar as suas vidas; os recém-convertidos deviriam iniciar sua profissão de fé; todos os cristão deveriam começar cada dia. Assentem em seus corações como primeiro postulado e sólida regra da ciência prática que SANTIDADE é sinônimo de FELICIDADE; que nossa sabedoria consiste em primeiramente buscar o reino de Deus e sua justiça. O bom começo já é meio triunfo. Começar com uma idéia veraz de bem-aventurança é importante além de toda medida. O homem começou sendo bem-aventurado em sua inocência; e se nossa raça caída vida a ser vem aventurada outra vez, então ela deve encontrar a bem-aventurança onde ela a perdeu no princípio, ou seja, conformando-se com os mandamentos do Senhor.

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

| | 0 comentários | Continue lendo

Deus já mudou de ideia? | C. H. Spurgeon



Olhemos para o passado e lá juntaremos algumas provas da natureza da imutabilidade de Deus. "Ele falou que faria e não fez? Ele jurou e isso não vai acontecer?" Porventura não pode ser dito de Jeová que "fará toda sua vontade e estabelecerá o seu propósito"?

Voltem-se para a Filístia e pergunte onde ela está. Deus disse: "Grite Asdode e os portões de Gaza, pois serão destruídos"; e onde estão eles? Onde está Edom? Pergunte a Pátara e suas paredes arruinadas. Será que elas não ecoarão a verdade que Deus disse: "Edom será uma presa e será destruída"? Onde está Babel e onde está Nínive? Onde estão Moabe e Amon? Onde estão as nações que Deus disse que destruiria? Acaso Ele não os desarraigou e os expulsou da face da terra? E Deus lançou fora Seu povo?

Não estaria Ele atento para Suas promessas? Teria Ele quebrado Seu juramento e aliança ou abandonado o Seu plano? Não! Indiquem um momento da história em que Deus mudou! Vocês não podem, senhores; pois ao longo de toda a história existe o fato de que Deus foi imutável em Seus propósitos.

As vezes ouço alguém dizer: "eu posso me lembrar de uma passagem nas Escrituras onde Deus mudou"! E assim pensei eu, no passado. O caso que eu quero mencionar é o da morte de Ezequias. Isaías veio e disse: "Ezequias, você vai morrer, sua doença é incurável, ponha sua casa em ordem". Ele se virou para a parede e começou a orar; e antes que Isaías saísse fora do palácio, foi-lhe ordenado que voltasse e dissesse: "Você ainda viverá mais quinze anos".

Vocês podem pensar que isso prova que Deus muda; mas realmente eu não posso ver nisso a menor prova possível. Acaso vocês acham que Deus não sabia que isso aconteceria? Ora, Deus sabia disso; Ele sabia que Ezequias viveria. Então Ele não mudou, pois se Ele sabia disso, como poderia mudar? Isso é o que eu quero saber. Entretanto, vocês sabem de uma coisa? - que Manasses, filho de Ezequias, até aquele momento ainda não havia nascido e que se Ezequias tivesse morrido, não haveria nenhum Manasses, nenhum Josias e nenhum Cristo, porque Jesus veio ao mundo dessa genealogia.

Vocês verão que Manasses tinha doze anos quando seu pai morreu; de forma que ele nasceu três anos depois disso acontecer. E vocês não crêem que Deus decretou o nascimento de Manasses e o pré-conheceu? Certamente. Então Ele decretou que Isaías deveria ir e dizer a Ezequias que a doença dele era incurável e também dizer ao mesmo instante, "mas Eu te curarei e ficarás vivo". Deus agiu dessa maneira para incitar Ezequias à oração.

Ele falou, em primeiro lugar como um homem. "De acordo com toda a probabilidade humana sua doença é incurável e você vai morrer." Então Ele esperou até que Ezequias orasse; então, veio um pequeno "mas" ao término da frase. Isaías não tinha terminado a frase. Ele disse, "você tem que pôr sua casa em ordem pois não há nenhuma cura humana; mas (e então ele caminhou para fora. Ezequias orou por um instante e então ele (Isaías) entrou novamente, e disse) "eu te curarei". Onde consta aí qualquer contradição, exceto no cérebro daqueles que lutam contra o Senhor e desejam fazer dEle um ser mutável?


quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

| | 0 comentários | Continue lendo

O 1º Coral de Natal | Sermão 168 | C. H. Spurgeon



Pregado na Manhã de Domingo, 20 de Dezembro de 1857 por

C. H. Spurgeon


No Music Hall, Royal Surrey Gardens – Inglaterra


terça-feira, 16 de dezembro de 2014

| | 0 comentários | Continue lendo

Quem és tu para discutires com Deus? – C. H. Spurgeon




Há pessoas que acham que o pecador dá o primeiro passo rumo à salvação. Isso não é verdade. Deus sempre dá o primeiro passo. As pessoas nunca clamarão a Deus para salvá-las até que a obra da salvação já tenha sido começado em seus corações. Elas não querem a misericórdia de Deus. Elas fogem da graça que lhes é oferecida. Elas rejeitam o evangelho quando é pregado. Não virão a Cristo para que possam ter vida. Voltam suas costas para Deus de maneira obstinada e perversa. As pessoas só são salvas quando Deus, com Sua mão forte, leva-as até Cristo.


A graça começa, continua e termina a obra da salvação no coração de uma pessoa. O caminhante não demonstrou pena pela criança porque ela poderia ser útil no futuro, como fazem as pessoas no mundo. Depois que a criança foi resgatada, alimentaram-na, trataram dela e vestiram-na com belas roupas. Se vocês lerem todo o capítulo 16 de Ezequiel, encontrarão a resposta da criança. Ela desviou-se daquele que a amou e salvou. Deus sabia que isso iria acontecer, mas ainda assim amou a ingrata criança. Somos como essa criança. Deus sabia que embora Ele nos tivesse amado quando não havia nada de bom em nós, iríamos revoltar-nos depois que Ele nos salvasse. Deus sabe tudo. Ele sabe que nossos corações às vezes são apartado dEle. Deus nos ama mesmo sabendo que muitas vezes não cremos nEle.


Deus não os amou porque sabia que seriam pregadores, distribuidores de folhetos ou professores de escola dominical. Deus os amou mesmo sabendo que muitas vezes vocês seriam ingratos e frios em seus corações para com Ele.
Não havia absolutamente nenhuma razão pela qual Deus deveria salvar essa criança. Não havia nenhuma razão pela qual Deus deveria salvar os pecadores. Deus sabe que todas as pessoas são culpadas, como criminosos no tribunal de justiça. Ele sabe que Sua misericórdia pareceria ter sido jogada fora em homens assim.


Agora quero mostrar-lhes a graça soberana de Deus. Deus diz: "Vou poupar esse traidor; ele merece morrer, mas vou poupá-lo. Vou provar que sou rei e o Deus da misericórdia." Por que então Deus poupa esta criança banida? Há apenas uma resposta para essa pergunta: "Terei misericórdia de quem me aprouver ter misericórdia, e compadecer-me-ei de quem me aprouver ter compaixão. Assim, pois, não depende de quem quer, ou de quem corre, mas de usar Deus a sua misericórdia" (Rom 9:15-16). Não façam perguntas. Deus não explica às pessoas o que Ele faz ou porque Ele faz isso.


Se vocês questionarem Sua realeza. Sua resposta será: "Quem és tu, ó homem, para discutires com Deus?" (Rom. 9:20). Peçam a Deus Sua misericórdia. No entanto, lembrem-se de que vocês não têm direito à Sua misericórdia. Peçam a Deus misericórdia, sabendo que Ele tem o direito de dá-la ou de recusá-la como Lhe aprouver. Se Deus quiser, Ele pode salvá-los; ou se desejar, Ele pode destruí-los. Vocês têm a obrigação de curvar suas cabeças e dizer: "Deus tenha misericórdia de nós, pecadores, salve-nos para Sua glória, para que Sua misericórdia e soberania possam ser claramente vistas."

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

| | 0 comentários | Continue lendo

A Família mais problemática do mundo - C. H. Spurgeon


Oh, é possível eu estar aqui nesta manhã, quando penso nos pecados que cometi e nos crimes que cruzaram meus maus pensamentos? Sim, estou aqui, não consumido, porque o Senhor não muda. Oh, se Ele tivesse mudado, seríamos consumidos de uma dúzia de formas diferentes; se o Senhor tivesse mudado, vocês e eu deveríamos ter sido consumidos por nós mesmos; pois, afinal de contas, o "senhor eu" é o pior inimigo que um cristão pode ter. Teríamos sido assassinos de nossas próprias almas; teríamos preparado o copo de veneno para os nossos próprios espíritos, se o Senhor não tivesse sido um Deus imutável e tirado o copo das nossas mãos quando estávamos a ponto de bebê-lo. Então o próprio Deus deveria ter nos consumido se Ele não tivesse sido um deus imutável. Chamamos Deus de "Pai"; mas não há um pai neste mundo que não teria matado todos os seus filhos há muito tempo, caso fosse provocado por eles, ou se tivesse tido metade dos problemas que Deus teve com Seu povo. Ele tem a família mais problemática de todo o mundo incrédula, ingrata, desobediente, esquecida, rebelde, desviada, murmurante e endurecida. Bem, é por que Ele é paciente; senão já teria não só usado a vara, como também a espada contra vários de nós há muito tempo. Devido não haver nenhuma razão para que merecêssemos amor, muito menos existe razão agora.

John Newton contava uma história engraçada e ria disso também, de uma boa senhora que disse a respeito da doutrina da eleição: "Ah senhor, o Senhor deve ter me amado antes que eu nascesse, ou então Ele não teria visto nada em mim para amar depois". Estou certo que isso é verdade em meu caso e também com respeito à maioria dos filhos de Deus; pois existe muito pouco para amar neles depois de nascerem, que, se Ele não os tivesse amado antes disso, Ele não teria visto razão nenhuma para escolhê-los depois; porém, desde que Ele os amou sem terem feito nada, Ele ainda continua amando-os sem obras; desde que suas boas obras não Lhe despertaram a afeição, obras más não podem apagar esse afeto; desde que a retidão deles não ligou o amor dEle a eles, assim a maldade deles não poderá romper os vínculos dourados. Ele os amou segundo Sua graça soberana e ainda os amará. Todavia deveríamos ter sido consumidos pelo diabo e por nossos inimigos - consumidos pelo mundo, por nossos pecados, por nossas tentações e por outras centenas de modos diferentes, se Deus alguma vez tivesse mudado.

Bem, agora o tempo nos é insuficiente e não posso dizer muito mais. Eu abordei este texto apenas superficialmente. Entrego-o agora a vocês. Que o Senhor possa ajudá-los, "os filhos de Jacó", a levarem para casa esta porção de alimento; digiram-na bem e alimentem-se dela. Que o Espírito Santo aplique docemente essas coisas gloriosas que estão escritas aqui! E que vocês possam ter "um banquete de coisas saborosas e de vinhos bem refinados"! Lembrem-se que Deus é o mesmo, não importa o que aconteça. Seus amigos podem ser infiéis, seus pastores podem ser levados embora, tudo pode mudar, mas com Deus isso não acontece. Seus irmãos podem mudar e podem lançar seu nome na lama, porém Deus ainda amará vocês. O quinhão de vocês na vida pode mudar e suas propriedades podem ser perdidas; suas vidas podem ser abaladas e vocês podem ficar fracos e doentes; tudo pode desvanecer - existe um lugar onde as mudanças não podem colocar suas mãos; existe um nome no qual a mutabilidade não estará presente; existe um coração que nunca mudará; é o coração de Deus - esse nome é Amor.


"Porque eu, o Senhor, não mudo; por isso, vós, ó filhos de Jacó, não sois consumidos." - Malaquias 3:6



sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

| | 0 comentários | Continue lendo

O Espírito não abençoará tua covardia! - C. H. Spurgeon




Lembrem-se, o Espírito Santo tem seus meios e métodos, e há algumas coisas que ele não fará. Lembrem-se, ele não faz nenhuma promessa de abençoar acordos. Se fizermos acordo com o erro ou o pecado, é por nossa conta e risco. Se fazemos qualquer coisa sobre a qual não temos clareza, se manipulamos a verdade ou a santidade, se somos amigos do mundo, se fazemos provisão para carne, se pregamos com desânimo ou fazemos pacto com engana-dores, não temos nenhuma promessa de que o Espírito Santo está conosco. A grande promessa vai em outra direção: "'Saiam do meio deles e separem-se', diz o Senhor. 'Não toquem em coisas impuras, e eu os receberei e lhes serei Pai, e vocês serão meus filhos e minhas filhas', diz o Senhor todo-poderoso" (2Co 6.17,18).

         No Novo Testamento apenas em um único lugar, com exceção do Livro de Apocalipse, Deus é chamado de "Senhor todo-poderoso" (2Co 6.18). Se você quer saber que grandes coisas o Senhor pode fazer como Senhor Todo-Poderoso, separe-se do mundo e daqueles que apostatam da verdade. O título "Senhor todo-poderoso" é citado do Antigo Testamento. "El Shaddai", Deus Todo-suficiente, o Deus de muitos ventres. Não conheceremos o poder supremo de Deus para suprir todas nossas necessidades até que cortemos de vez a ligação com tudo que não está de acordo com a mente dele.

         Abrão foi grande quando disse ao rei de Sodoma: "Não aceitarei nada"--, uma veste babilônica ou uma cunha de ouro? Não, não. Ele disse: "Não aceitarei nada do que lhe pertence, nem mesmo um cordão ou uma correia de sandália" (Gn 14.23). Esse foi o "corte pela raiz". O homem de Deus não aceita ter nada com Sodoma nem com a falsa doutrina. Se você vir qualquer coisa má, corte-a pela raiz. Afaste-se daqueles que afastaram a verdade. Então você está preparado para receber a promessa, não antes disso.

         Irmãos amados, lembrem-se, onde houver grande amor, com certeza, haverá grande ciúme. "Amor é tão forte quanto a morte" (Ct 8.6). O que vem em seguida? "O ciúme é tão inflexível quanto a sepultura". "Deus é amor" (1Jo 4.8,16) e exatamente por essa razão "o SENHOR, o seu Deus, é Deus zeloso; é fogo consumidor" (Dt 4.24). Passe longe de tudo que contamina ou entristece o Espírito Santo; pois se ele estiver aborrecido conosco, logo passaremos vergonha diante do inimigo.

         A seguir, observe que ele não faz nenhuma promessa à covardia. Se você permitir que o temor do homem o governe e desejar se salvar do sofrimento ou ridículo, encontra pouco conforto na promessa de Deus: "Pois quem quiser salvar a sua vida, a perderá" (Mt 16.25). As promessas do Espírito Santo para nós, em nossa guerra, são para aqueles que se portam como homens e pela fé são tornados corajosos na hora do conflito. Desejo que cheguemos a esse ponto, desprezando o ridículo e a calúnia.

         Ah, esquecer de si mesmo como aquele mártir italiano de quem Foxe fala! Condenaram-no a ser queimado vivo, e ele ouviu a sentença calmamente. Mas queimar mártires, por mais deleitável que seja também é caro; e o prefeito da cidade não tinha interesse em pagar pela lenha, e os sacerdo-tes que o haviam acusado também queriam fazer o trabalho sem ter despesa. Por isso, tiveram uma briga feia, e lá estava de pé e quieto o pobre homem para quem essa lenha era destinada, ouvindo as mútuas recriminações daquelas autoridades. Vendo que não podiam resolver o assunto, ele disse: "Senhores, acabarei com sua disputa. É pena que qualquer dos senhores precisem gastar tanto com lenha para me queimar, assim, por amor a meu Senhor, pagarei pela lenha que me vai queimar, se me permitem."

         Eis um lindo exemplo de escárnio, bem como de mansidão. Não sei se teria pago aquela conta; mas tenho me sentido inclinado a sair um pouco do caminho para ajudar os inimigos da verdade, para que encontrem combustível para suas críticas contra mim. Sim, sim; serei ainda pior, lhes darei mais para reclamar. Por amor a Cristo, vou até o fim com a controvérsia e nada farei para aquietar a ira deles. Irmãos, se vocês adornarem um pouco, se tentarem salvar um pouco de sua reputação junto aos homens da apostasia, isso é ruim para vocês. Aquele que se envergonha de Cristo e de sua Palavra nesta geração má verá que, no fim, Cristo se envergonha dele.
Related Posts with Thumbnails

Pr. Josemar Bessa

ReformedSound

Misceânia - Videos