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sábado, 19 de abril de 2014

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Pecado e Graça! | Sermão nº 3115 | C. H. Spurgeon


Pregado na noite de Domingo, 1 de Novembro de 1874.

por C. H. Spurgeon, no Tabernáculo Metropolitano, Newington,


“Onde o pecando abundou, superabundou a Graça.” - Romanos 5:20




sexta-feira, 18 de abril de 2014

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Qual é o teu chamado? | C. H. Spurgeon


“Chamados para  serem santos” - Romanos 1:7


Estamos muito prontos a considerar os santos do Novo Testamento  como se fossem "santos" de uma forma mais especial do que os outros filhos de Deus. São "santos" todos aqueles a quem Deus chamou por sua graça soberana e santifica pelo Seu Espírito - mas somos capazes de olhar para os apóstolos como seres extraordinários, pouco sujeitos às mesmas fraquezas e tentações como nós mesmos somos. No entanto, ao fazê-lo, estamos esquecidos da verdade de que quanto mais perto um homem vive de Deus, mais intensamente que ele tem motivos de lamentar sobre o seu próprio coração e pecado; e ao servir de todo o coração seu mestre que é digno de toda honra, mas o faz ver a batalha constante contra a carne.


O fato é que se tivéssemos visto o apóstolo Paulo, pensaríamos que ele foi chamado de forma diferente da nossa. E se tivéssemos conversado com ele, diríamos: “Nós achamos que a sua experiência e a nossa não são iguais. Ele é mais fiel, mais santo, e mais profundamente agudo no entendimento do que nós somos. Será que ele suporta as mesmas tentações que nós? Ele é mais duramente provado do que nós mesmos por ser de outra extirpe.”


Não, jamais olhe para os santos do Novo Testamento como sendo isentos de fraquezas ou pecados. E não os considere com essa reverência mística que quase nos faz idólatras! A santidade deles é real, mas é possível mesmo para nós. Nós somos “chamados para sermos santos” por aquela mesma voz que os constrangeu na  vocação deles. É dever de cada cristão pela capacitação do Espírito forçar seu caminho para o círculo interno de Santidade.



Se esses santos foram superiores a nós em suas realizações, como eles certamente foram, vamos segui-los; vamos imitar o seu ardor e santidade. Temos a mesma luz que eles tinham, a mesma graça está acessível a nós, por isso não devemos ficar satisfeitos até que tenhamos igualado a eles em seu caráter celestial! Eles viveram com Jesus , eles viveram por Jesus, pois eles cresceram como Jesus. Vivamos pelo mesmo espírito que eles viveram – “olhando para Jesus” e contemplando com prazer diariamente a sua glória, em breve a nossa Santidade será aparente!

quinta-feira, 17 de abril de 2014

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Pisando a razão carnal e o sentimento carnal! | C. H. Spurgeon


“Eu vou cantar a misericórdia e o juízo!”

Salmo 101:1


A fé triunfa no juízo. Quando a razão é atirada na prisão interior, com os pés presos no tronco – a fé faz com que as paredes do calabouço ressoem com suas notas alegres, ela brada : “Eu vou cantar a misericórdia e o julgamento. A ti , ó Senhor, eu canto.” A fé puxa a máscara preta da face dos problemas e descobre o anjo atrás dela.


Não é um assunto para a música, mesmo os juízos de Deus em relação a nós? Pois,

1. O julgamento nunca é tão pesado como poderia ter sido.
2. O problema nunca é tão grave como nós merecíamos ter suportado.
3. Nossa aflição não é tão esmagadora  como a carga que os outros têm de transportar.



A fé vê que, em sua pior tristeza, não há nada de penal nela - não há uma gota de ira de Deus nela; tudo é enviado em amor. A fé discerne o amor brilhando como uma jóia no peito de um Deus irado! A fé diz de sua tristeza : "Esta é uma questão de honra, os filhos devem sentir a vara "; e , em seguida, ela canta o resultado doce de suas tristezas e disciplinas, porque elas trabalham para seu bem espiritual . Diz a Fé,  “essas aflições leves, que são, por um momento apenas, criam para mim cada vez mais abundantemente um eterno peso de glória!” -  Assim também a fé em meio a nuvens, avança sobre um cavalo preto, vencendo e triunfando, pisando toda a razão carnal e todo o sentimento carnal, e cantando notas de vitória em meio à mais espessa batalha.

quarta-feira, 16 de abril de 2014

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A infinita ternura de Jesus! | C. H. Spurgeon



“Ele vai levar os cordeiros em seu seio, segurando-os perto de seu coração” Isaías 40:11


Quem é aquele de quem estas palavras de graça são faladas?
Ele é o Bom Pastor.
Por que Ele leva os cordeiros no seu seio?
Porque Ele tem um coração sensível, e qualquer fraqueza nos seus cordeiros, derrete ao mesmo tempo Seu coração.
Os suspiros, a ignorância, a fraqueza dos pequenos de seu rebanho - desenham a Sua compaixão. Ele os comprou com o Seu próprio sangue, eles são Sua propriedade - Ele deve e vai cuidar daquilo que Lhe custou tão caro.


“Ele vai levar os cordeiros em seu peito, segurando-os perto de seu coração”


Aqui está a afeição sem limites. Ele iria colocá-los no seu seio, se Ele não os amasse tanto?


Aqui está a superlativa proximidade -  tão perto eles estão, que eles não poderiam estar mais próximos.


Aqui está a santificada familiaridade - existem precioso caminhos e trilhas de amor entre Cristo e Seus fracos cordeiros.


Aqui está a perfeita segurança -  “em seu peito” -  quem pode então prejudicá-los? Os inimigos teriam que ferir primeiro o Pastor.


Aqui está o perfeito descanso e o mais doce conforto.



Certamente não somos ou temos sido suficientemente sensíveis a infinita ternura de Jesus!

terça-feira, 15 de abril de 2014

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O Espírito como uma pomba! | C. H. Spurgeon



À medida que o Espírito de Deus desceu sobre o Senhor Jesus, o Cabeça - assim Ele também, em certa medida, desce sobre todos os membros do seu corpo místico. Sua descida é sobre nós da mesma forma como naquele dia pousou sobre nosso Senhor.


“Ele viu o Espírito de Deus descendo como uma pomba” - Mateus 3:16


Há muitas vezes uma rapidez singular na maneira como isso acontece, antes mesmo de nós estarmos conscientes disso, somos impelidos para frente e avançamos além de toda expectativa. No entanto, não existe necessariamente nenhuma pressa no avanço sobre o terreno da vida, pois as asas da pomba são tão suaves como são rápidos quando necessário. Tranquilidade parece ser essencial para muitas operações espirituais; o Senhor está na voz mansa e delicada e como o orvalho, sua graça é destilada em silêncio.


A pomba tem sido sempre um tipo escolhido de pureza, e a operação essencial do Espírito Santo é a própria santidade. Onde Ele chega, tudo o que é puro e encantador, e de boa fama, é feita abundante e o pecado e a impureza se esvai como a escuridão se vai quando a luz se acende.


A Paz reina também onde o Espírito Santo vem com poder; Ele traz o ramo de oliveira que mostra que as águas da ira divina são amenizadas como a pomba na Arca de Noé nos ensina.


Gentileza é um resultado certo de poder transformador do “pouso” sagrado: corações tocados por Sua influência benigna são mansos e humildes agora e para sempre.


Inocuidade (não ter ação prejudicial) se segue, como uma coisa natural. A águia e os corvos podem caçar suas presas; a pomba pode suportar o mal, mas não podem infligi-lo. Devemos ser simples como as pombas.


A pomba é uma imagem apropriada do amor, a voz da pomba está cheio de carinho. Da mesma forma, a alma visitados pelo Espírito abençoado, é abundante em amor para com os irmãos, e amor aos perdidos; e acima de tudo, amor infinito a Jesus.


O pouso do Espírito de Deus sobre a face do abismo, produziu pela primeira vez a ordem e a vida em nossos corações, promoveu uma nova vida e luz que venceu todas as trevas.


Bendito Espírito, como Tu pousaste sobre nosso querido Redentor, da mesma forma repouse de agora em diante e para sempre sobre mim!


“Ele viu o Espírito de Deus descendo como uma pomba” - Mateus 3:16


segunda-feira, 14 de abril de 2014

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Insondável! | C. H. Spurgeon



Meu Mestre tem riquezas
  além de toda contagem aritmética,
  para além da medição da razão,
  além do sonho e da imaginação, e
  além da eloquência das palavras!


Elas são insondáveis​​! Você pode olhar e estudar, e pesar, mas Jesus é um Salvador infinitamente maior do que você pensa que Ele seja, mesmo quando seus pensamentos estão em grau máximo. Meu Senhor está mais pronto para perdoar do que você de pecar; mais capaz de perdoar do que você de transgredir. Meu Mestre está mais disposto a suprir suas necessidades do que você está suplicar por elas!


Nunca tolere baixos pensamentos sobre meu Senhor Jesus. Mesmo quando você coloca a coroa em Sua cabeça, você só vai coroá-lo com a prata quando Ele merece o ouro.


Meu Mestre tem riquezas de felicidade para conferir-lhe agora. Ele pode fazer você se deitar em verdes pastos e levá-lo às águas refrescantes. Não há música como a música da Sua voz, quando Ele é o pastor e você é a ovelha e você se deita a seus pés. Não há amor como o seu, nem terra, nem o céu o pode igualar. Conhecer a Cristo e ser encontrado nele - oh! esta é a vida, isso é alegria, isso é tutano e gordura , vinho bem refinado!


Meu Mestre não trata seus servos grosseiramente - Ele dá a eles finas iguarias de um rei! Ele dá-lhes dois céus: a céu abaixo em servi-Lo aqui no mundo, e um céu acima em se deliciar nEle e com Ele para sempre!


Suas riquezas insondáveis ​​serão mais conhecidas na eternidade. Ele lhe dará a caminho do Céu tudo que você precisa; seu local de defesa serão as fortalezas das rochas, o seu pão será dado, e as suas águas serão certas. Mas ele está lá, lá, onde você ouvirá a música de quem triunfa, o grito dos que festejam, e terá uma vista face a face daquele glorioso e amado Senhor, amigo e Deus! As insondáveis ​​riquezas de Cristo! Esta é a melodia para os menestréis da terra, e a música para os harpistas do Céu!


“Os insondáveis ​​riquezas de Cristo!” - Efésios 3:8


sábado, 12 de abril de 2014

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Nossa querida tristeza! | C. H. Spurgeon



O Genuíno luto espiritual para com o pecado é a obra do Espírito de Deus. O arrependimento verdadeiro é uma flor que nunca cresce naturalmente no jardim da natureza humana! Pérolas crescem naturalmente em ostras, mas a verdadeira tristeza pelo pecado nunca se mostra nos pecadores, a menos que a graça divina trabalhe neles. Se você tem uma partícula de verdadeiro ódio pelo pecado, Deus tem dado a você, pois os espinhos da natureza humana nunca produziram um único figo. “O que é nascido da carne é carne"


O verdadeiro arrependimento tem uma referência distinta ao Salvador. Quando nos arrependemos do pecado, devemos ter um olho sobre o pecado e outro sobre a cruz! Será melhor ainda se fixarmos os nossos olhos em Cristo e vermos as nossas transgressões só à luz do Seu amor.


A verdadeira tristeza pelo pecado é eminentemente prática. Nenhum homem pode dizer que odeia o pecado  se vive nele. O arrependimento nos faz ver o mal do pecado, e não apenas como uma teoria, mas experimentalmente, como a criança queimada teme o fogo. Teremos tanto medo dele, como um homem que há pouco tempo foi abordado e roubado tem medo do ladrão quando está na rua. Devemos evitar o pecado afastá-lo de nós em tudo, não em grandes coisas apenas, mas nas pequenas coisas também; como os homens evitam pequenas cobras, bem como grandes víboras!


Verdadeiro luto pelo pecado nos fará muito atento sobre a nossa língua - para que não venhamos a dizer uma palavra errada. Seremos muito atentos sobre as nossas ações cotidianas - para qualquer coisa que ofenda a glória de Deus. Cada noite deverá fechar o dia com confissões dolorosas de nossas deficiências; e todas as manhãs acordar com orações ansiosas para que neste novo dia Deus nos preserve – para que não venhamos a pecar contra ele.


O arrependimento sincero é contínuo. Os crentes se arrependem até o dia da morte. O arrependimento não é intermitente. Cada outra tristeza se rende ao tempo, mas esta querida tristeza cresce com o nosso crescimento. É tão doce e amargo ao mesmo tempo, que graças a Deus nos é permitido experimentar continuamente, sempre e sempre até que entremos no nosso descanso eterno!


“A tristeza segundo Deus opera arrependimento”. 2 Coríntios 7:10


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