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terça-feira, 7 de novembro de 2017

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Nunca! Nunca! Nunca! Nunca! Nunca! | C. H. Spurgeon



"Ele disse: nunca te deixarei, nem te abandonarei." Hebreus 13: 5

Leitura adicional: Apocalipse 21: 1-9. 

O Senhor ( Deus Pai ) não pode e não vai deixar ninguém que realmente pertença a seu povo ( os Eleitos) , por causa de sua relação com eles. Ele é seu Pai; seu pai vai te deixar? Ele não disse: "Porventura pode uma mulher esquecer-se tanto de seu filho que cria, que não se compadeça dele, do filho do seu ventre? Mas ainda que esta se esquecesse dele, contudo eu não me esquecerei de ti. Isaías 49:15 " - Você, sendo mau, deixará seu filho perecer? Nunca, nunca, nunca!


Lembre-se, Cristo é seu marido. Você, um marido, negligenciaria sua esposa? Não é uma vergonha e desonra para um homem, qualquer coisa que não seja nutrir e amar, mesmo com seu próprio corpo se necessário, a sua esposa? E será que Cristo se tornará um desses maridos que são uma vergonha e desonra? Ele não disse isso, "ele odeia o repúdio"? Ele alguma vez se afastará? Lembre-se, você é parte de seu corpo. Nenhum homem odeia a sua própria carne.


Você pode ser apenas como um pequeno dedo, mas ele vai deixar o dedo apodrecer, perecer, morrer de fome? Você pode ser o menos honrado de todos os membros, mas não está escrito que, sobre exatamente esse, ele confere uma honra abundante, e, portanto, nossas partes menos honrosas têm abundância de conforto? Se ele for pai, se ele for marido, se ele for cabeça, se ele for todo em tudo, como ele pode deixar você? Não pense falsamente no teu Deus.


Considere, também, que sua honra o obriga a nunca jamais te abandonar. Quando vemos uma casa semi-construída e deixada em ruínas, dizemos: "Este homem começou a construir e não pôde terminar." Isso será dito de seu Deus, que ele começou a salvar você e não pôde levá-lo a perfeição? É possível que ele quebre sua palavra, e por isso mancha sua verdade e caráter? A Palavra afirma: “Tendo por certo isto mesmo, que aquele que em vós começou a boa obra a aperfeiçoará até ao dia de Jesus Cristo” - Filipenses 1:6.


Os homens podem lançar um insulto sobre o poder de Deus, sua sabedoria, seu amor, sua fidelidade? Não! graças a Deus, não! "Eu dou", ele diz "a eles a vida eterna; e eles nunca, jamais perecerão, nem alguém os arrancará da minha mão." Se você perecesse, crente, o inferno lançaria um riso diabólico contra o caráter de Deus.

No original, o texto de Hebreus, "Ele disse: nunca te deixarei, nem te abandonarei." Hebreus 13: 5 - Contém 5 negativas: "Nunca! Nunca! Nunca! Nunca! Nunca!" - Não é suficiente para entendermos? 


Para meditação: "Eu comecei, então eu vou terminar" nem sempre é verdade para nós (Lucas 14: 28-30), mas é verdade para Deus (Números 23:19, Isaías 46: 10-11) Se considerarmos a obra da criação (Gênesis 2: 1-3), o trabalho na cruz (João 19: 28-30) ou a obra dele no cristão (Filipenses 1:6).


Tirado e adaptado do Sermão nº 477 – Pregado na Manhã de Domingo, 26 de Outubro de 1862 no Tabernáculo Metropolitano por Charles Spurgeon. 


Traduzido e adaptado por http://www.josemarbessa.com/

domingo, 5 de novembro de 2017

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A Plenitude de Cristo – C. H. Spurgeon



"E de sua plenitude todos nós recebemos." João 1:16.


Leitura adicional - Colossenses 2: 1-10


O texto nos informa que existe uma plenitude em Cristo.

Existe uma plenitude da Deidade essencial, "pois nela habita toda a plenitude da Divindade".


Existe uma plenitude de humanidade perfeita, pois nele "corporalmente" a Divindade foi revelada. Participante da carne e do sangue, feito em todas as coisas como aos seus irmãos, não havia nada que fosse necessário para ele na perfeição humana, Ele é a expressão dela.


Há uma plenitude de eficácia expiatória em seu sangue, pois "o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo pecado".


Existe uma plenitude de justificação e justiça em sua vida, pois "portanto, agora não há condenação para os que estão em Cristo Jesus. "


Existe uma plenitude de prevalência divina em sua súplica, pois" ele também pode salvar perfeitamente todos os que chegam a Deus por ele, visto que ele sempre vive para interceder por eles ".


Há uma plenitude de vitoria em sua morte, porque "através da morte" ele destruiu "aquele que tinha o poder da morte, isto é, o diabo."


Há uma plenitude de eficácia na sua ressurreição dentre os mortos, pois por isso somos gerados "novamente para uma viva esperança."


Há uma plenitude de triunfo na sua ascensão, pois" quando ele subiu ao alto, conduziu cativo o cativeiro e deu dons aos homens".


Há uma plenitude de bênçãos indescritível, desconhecida; uma plenitude de graça para perdoar, de graça para regenerar, de graça para santificar, de graça para preservar e de graça para aperfeiçoar.


Há uma plenitude em todo o tempo, uma plenitude de dia e uma plenitude de noite; a plenitude de conforto na aflição, a plenitude de orientação na prosperidade, a plenitude de cada atributo divino, da sabedoria, do poder, do amor; uma plenitude que era impossível pesquisar, muito menos explorar.


PARA MEDITAÇÃO: Louve a Deus que ele não tenha guardado sua plenitude para si mesmo. A igreja é descrita como o corpo e a plenitude de Cristo (Efésios 1:23). Podemos realmente receber de sua plenitude (João 1:16), ser preenchido com isso (Efésios 3:19) e progredir em direção a ele (Efésios 4:13).

Tirado e adaptado do Sermão nº 415 – Pregado na Manhã de Domingo, 20 de Outubro de 1861 no Tabernáculo Metropolitano por Charles Spurgeon.


Traduzido e adaptado por http://www.josemarbessa.com/

terça-feira, 18 de outubro de 2016

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Graça Abundante (Sermão Nº 501) C. H. Spurgeon






Pregado na manhã de Domingo, 22 de março de 1863.
Por C. H. Spurgeon, no Tabernáculo Metropolitano, Newington. 

“Eu voluntariamente os amarei.” (Oséias 14:4)




quarta-feira, 12 de outubro de 2016

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O Guerreiro cansado | C. H. Spurgeon | Sermão nº 235



Sermão pregado na manhã de domingo, 23 de janeiro de 1859, por C. H. Spurgeon, At The Music Hall,  Royal Surrey Gardens.


Oh Miserável homem que eu sou! Quem me livrará do corpo desta morte? Dou graças a Deus, por Jesus Cristo nosso Senhor. (Romanos 7: 24,25)


quarta-feira, 5 de outubro de 2016

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Trigo no Egito ( A Fome da alma ) | C. H. Spurgeon | Sermão nº 234





Sermão pregado na na manhã de domingo, 16 de janeiro de 1859, por C. H. Spurgeon, At The Music Hall, Royal Surrey Gardens.


terça-feira, 4 de outubro de 2016

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Nunca chegando ao conhecimento da Verdade.




“...aqueles que amam a tua salvação digam continuamente: Engrandecido seja Deus.” - Salmos 70:4


( Devocional feito baseado na leitura do Sermão nº 1013 de C. H. Spurgeon – pregado na manhã de Domingo, 01 de Outubro de 1871 no Tabernáculo Metropolitano ).


É uma grande pena que tantos cristão professos tenham apenas um “cristianismo”de sentimento, e são completamente incapazes de explicar e justificar a sua fé. Eles vivem pela paixão meramente humana e natural, e não  por princípio que flua coerentemente de toda a Palavra.


O “cristianismo” deles é em si uma série de paroxismos, uma sucessão de emoções. Eles foram agitados em uma determinada reunião, animados e levados por paixões, desejos naturais, entretenimento... e muitos esperam que eles tenham sido  realmente e sinceramente convertidos, mas eles não conseguiram tornar-se ao verdadeiro  discípulos que mergulham em toda a Verdade, em cada doutrina bíblia,  não são alunos, não podem dar razão da sua fé, e quando tentam, novas heresias nascem.


Eles não se sentam aos pés de Jesus (Sola Scriptura); eles não são Bereanos que buscam diariamente as Escrituras para ver se estas coisas são assim: eles estão satisfeitos com os meros rudimentos, os elementos simples. Eles agem como crianças e precisam ser alimentados para sempre com comida para crianças, pois não podem digerir o alimento sólido do Reino. Como diz Paulo: “Que aprendem sempre, e nunca podem chegar ao conhecimento da verdade.” -  2 Timóteo 3:7


Tais pessoas não discernem tantas razões para admirar e amar a salvação de Deus, como o iluminado crente ensinado pelo Espírito, sábio e maduro na Verdade...


Todos nós, homens regenerados, depois de termos recebido Cristo, meditamos muito sobre a sua pessoa abençoada, e os detalhes de seu trabalho, e os vários fluxos de bênçãos que saltam adiante da fonte central do sacrifício do Calvário. Toda a Escritura é rentável, mas especialmente as Escrituras que dizem respeito a nossa salvação e as Doutrinas da Graça.


Na vida, algumas coisas se perdem por observação e são mais admiradas quando menos compreendida; mas os ganhos do estudo do evangelho estão no extremo oposto dessa realidade: nenhum homem nascido de novo fica cansado em meditar sobre ele, nem ele encontra sua admiração diminuindo sobre a Verdade, mas aumentando diariamente em abundância.


Bem-aventurado é aquele que estuda o evangelho de dia e de noite e descobre a alegria de seu coração nele. Tal homem terá um afeto mais estável e mais intenso para ele, na proporção em que ele percebe sua excelência e glória que supera todas as coisas tênues desta vida. O homem que recebe o evangelho superficialmente e o prende como uma questão de simples impressão e nada mais, sendo incapaz de dar uma razão para a esperança que está nele, não tem o que confirmaria seu amor por Deus como verdadeiro.


Eles não podem amar o que realmente não conhecem, e o brado da salvação não pode ser ouvido pelo mundo a partir deles como o salmista declara: “...aqueles que amam a tua salvação digam continuamente: Engrandecido seja Deus.” - Salmos 70:4


MEDITAÇÃO:

Filhos de Deus não devem ser infantis no sentido de permanecer imaturos (1 Coríntios 14:20),
ou impressionáveis (Efésios 4:14) em seu pensamento,
mas eles devem ser infantis no sentido de serem imitadores de Deus (Efésios 5 : 1) e
curiosos a respeito das formas que a nova vida toma. (Efésios 5: 8, 10).

SUGESTÃO DE LEITURA ADICIONAL: Salmo 40: 1-17


Josemar Bessa


sábado, 1 de outubro de 2016

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Jamais um filho de Deus verá as praias da perdição!



"Os homens juram por alguém superior a si mesmos, e o juramento confirma o que foi dito, pondo fim a toda discussão. Querendo mostrar de forma bem clara a natureza imutável do seu propósito para com os herdeiros da promessa, Deus o confirmou com juramento" - Hebreus 6:16,17


( Devocional feito baseado na leitura do Sermão nº 893 de C. H. Spurgeon – pregado na manhã de Domingo, 26 de Setembro de 1869 no Tabernáculo Metropolitano ).


Deus tem confirmado com um juramento feito por ele mesmo que todos os herdeiros da promessa serão abençoados para sempre, dizendo: Certamente abençoando te abençoarei ". Quem entre nós ousa duvidar disso?


Onde está o pecador duro, que se atreve a vir para a frente e dizer, “Eu vou impugnar o juramento de Deus"? Vamos corar diante da dúvida -  o carmesim profundo e o escarlate são brancos em comparação com o vermelho que deveria cobrir a face de cada filho de Deus se com seus corações ou doutrina, acusarem seu Pai celestial de perjúrio.  Que pecado poderia ser maior?  “Todos os herdeiros da promessa serão abençoados para sempre!” – Esse é u juramento de Deus por si mesmo. O que Ele começou ele completar em todos os que Ele chamou soberanamente.


Que a vergonha caia sobre nós! Perdoa-nos, Deus grande, esta atrocidade profunda; e que desta hora em diante possamos mantê-lo certo de que como tens jurado que aquele que soberanamente foi levado pelo Espírito  para o refúgio a Cristo deve estar seguro, que como tu prometeste, " Ninguém pode vir a mim, se o Pai, que me enviou, não o atrair; e eu o ressuscitarei no último dia.” -  João 6:44. Todos ressuscitarão perfeitos no último dia...  ou, “E esta é a vontade daquele que me enviou: que eu não perca nenhum dos que ele me deu, mas os ressuscite no último dia.” João 6:39. Nós, por isso, acreditamos nesta garantia além de qualquer dúvida.


Não duvidamos de nossa salvação mais do que duvidamos de nossa existência – uma é tão certa quanto a outra. Não pensaremos que estamos em perigo de perder nossa salvação mais do que pensaríamos que o trono de Deus está em perigo, ou a própria verdade de Deus em perigo.


Ó Crente, se levante ousadamente, pois o Senhor não pode mentir. Essas palavras soam em meus ouvidos como um sino: “É impossível que o Senhor minta!” É claro que é. Como se não bastasse a afirmação, a Palavra de Deus a reforça: “para que, por meio de duas coisas imutáveis” – Mas você acha que para aí, em duas coisas imutáveis... não, há mais: para que, por meio de duas coisas imutáveis nas quais é impossível que Deus minta” - Hebreus 6:18 – Ele acrescenta o IMPOSSÍVEL.


Pegue o acúmulo de significado, a onda de pensamento reconfortante: “para que, por meio de duas coisas imutáveis nas quais é impossível que Deus minta, sejamos firmemente encorajados, nós, que nos refugiamos nele para tomar posse da esperança a nós proposta. Temos esta esperança como âncora da alma, firme e segura, a qual adentra o santuário interior, por trás do véu, onde Jesus, que nos precedeu, entrou em nosso lugar, tornando-se sumo sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedeque.” - Hebreus 6:18-20 – É um brado fortíssimo de que um homem regenerado jamais poderá se perder.


Há uma força sobre a afirmação que nos parece até um pouco excessiva, como se um grande aríete fosse trazido para esmagar uma mosca, ou usar o oceano na fúria de um furacão para parar uma pena. Certamente temos muito, em vez de muito pouca evidência para a nossa fé de que um verdadeiro filho de Deus chamais verá as praias da perdição.


MEDITAÇÃO:

O Deus todo-poderoso faz o que lhe agrada (Salmo 115:3;135: 6),
mas ele não muda (Malaquias 3: 6; Tiago 1:17),
não pode negar a si mesmo (2 Timóteo 2:13) ,
não pode mentir (Tito 1: 2),
nunca deixa nem abandona seu povo (Hebreus 13: 5) e
não pode ser tentado pelo mal (Tiago 1:13).

Sugestões de leitura adicional: Tito 1: 1-4

Josemar Bessa



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