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sábado, 20 de setembro de 2014

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O Cálice que Jesus não Bebeu – C. H. Spurgeon

Uma verdade preciosa se revela no fato de que nosso Senhor recusou-se a beber vinho com mirra: “Deram-lhe a beber vinho com mirra; ele, porém, não tomou.” – Marcos 15.23


Antecipadamente, o Filho de Deus havia voltado seu olhar para nosso mundo e avaliado a imensa descida às profundezas da miséria dos homens.


Ele somou as agonias que a expiação exigiria e não recusou nenhuma delas. Solenemente, o Filho de Deus determinou oferecer ao Pai um sacrifício expiatório suficiente. Ele tinha de seguir todo aquele caminho, desde o trono de glória até à cruz da mais profunda aflição. Esse cálice de mirra, com sua influência anestésica, teria aliviado um pouco do sofrimento de nosso Senhor; mas Ele o recusou.


O Senhor Jesus não amenizaria todo o sofrimento que determinara suportar em favor de seu povo. Muitos de nós temos lamentado depois de livramentos de aflições que nos teriam causados muitos danos! Você sempre ora com ansiedade petulante e obstinada, suplicando alívio de um trabalho árduo e de sofrimento? Suponha que lhe tenha sido dito: "Se você deseja, pode conservar consigo aquilo que você ama, mas Deus será desonrado por meio disso". Você poderia abandonar essa tentação e dizer: "Seja feita a tua vontade"? E agradável ser capaz de afirmar: "Meu Senhor, eu preferiria não sofrer; todavia, se posso te honrar mais por meio do sofrimento e se a perda de todas as minhas coisas terrenas trará glória para Ti, então, que o sofrer seja a minha porção.



Recuso a consolação, se esta se coloca à frente de tua honra". Oh! Que abandonemos disposta e espontaneamente o pensamento de egoísmo e de consolação quando ele interfere na concretização da obra que Deus nos deu para realizarmos!

terça-feira, 16 de setembro de 2014

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Deus é a salvação que Ele dá! - C. H. Spurgeon






"O SENHOR é a minha luz e a minha salvação." Aqui encontramos um interesse pessoal: minha luz e minha salvação. A alma está segura disso e o afirma com ousadia. A luz divina é derramada na alma, antes que a salvação seja obtida. Onde não há bastante luz, para esclarecer nossas trevas e nos fazer desejar intensamente o Senhor Jesus, ali não há qualquer evidência de salvação.


Após a salvação, Deus é a nossa alegria, consolo, guia, mestre e, em todos os sentidos, nossa luz. Ele é a nossa luz interior, a luz que nos cerca, a luz que refletimos e a luz que será revelada para nós. O Senhor não apenas dá luz, Ele é a luz. O Senhor não somente dá salvação, Ele é a salvação.



Quando, pela fé, você se apropria de Deus, todas as bênçãos da aliança passam a lhe pertencer. "De quem terei medo?" Os poderes das trevas não precisam ser temidos, pois o Senhor, nossa luz, os destrói. A condenação do inferno não têm de ser temida por nós, pois o Senhor é a nossa salvação.


Este é um desafio bem diferente do arrogante desafio de Golias. Não depende da suposta força do homem, e sim do verdadeiro poder do onipotente Eu Sou. "O SENHOR é a fortaleza da minha vida." É fácil rendermos graças ao Senhor, quando Ele manifesta abundantes realizações de sua graça. Nossa vida extrai do Senhor Deus todo o seu vigor.


Se Ele nos torna fortes, não podemos ser enfraquecidos por todos os artifícios do inimigo. "A quem temerei?" Esta pergunta ousada tem em vista tanto o futuro quanto o presente. "Se Deus é por nós, quem será contra nós?" (Romanos 8.31), quer seja agora, quer seja no tempo por vir.


O SENHOR é a minha luz e a minha
salvação; de quem terei medo? O SENHOR é a
fortaleza da minha vida; a quem temerei?



Salmos 27.1

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

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Não Satisfaça a Carne! – C. H. Spurgeon




Rejeite para sempre todos os pensamentos de satisfazer a carne, se você deseja viver no poder de seu Senhor ressuscitado. Habitar na corrupção do pecado é trágico para um homem que está vivo em Cristo. "Por que buscais entre os mortos ao que vive?" (Lucas 24.5.) Os vivos devem viver em um sepulcro?


A vida divina dever ser sepultada no túmulo da concupiscência carnal? Como podemos participar do cálice do Senhor e, ao mesmo tempo, beber o cálice de Satanás? Certamente, você foi liberto de concupiscências e pecados visíveis. Você também escapou das armadilhas ocultas e ilusórias de Satanás? Você já escapou da indolência? Já está livre da segurança carnal?


Está procurando, dia após dia, viver acima do mundanismo, da avareza e da soberba da vida? Lembre-se de que foi por esse motivo que você foi enriquecido com todas os tesouros de Deus. Não permita que todo o abundante tesouro da graça seja desperdiçado por você mesmo.


Siga a santidade; ela é a coroa e a glória do crente. Uma igreja sem santidade é inútil para o mundo e não recebe apreciação da parte dos homens; é uma abominação, uma alegria para o inferno e um aborrecimento para o céu. Os piores males que foram trazidos ao mundo surgiram por intermédio de uma igreja sem santidade.


Você é um sacerdote de Deus — viva de acordo com essa posição. Você é um eleito de Deus — não se associe com o pecado. O céu é a sua herança. Viva como um ser celestial e você comprovará que possui a fé verdadeira em Jesus. Não pode haver fé no coração, a menos que exista santidade no viver.

Livrando-vos da corrupção das paixões que há no mundo.



(2 Pe 1.4)

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

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Os Efeitos da Verdade - C. H. Spurgeon


Ver os efeitos da verdade de Deus nas vidas de homens santos confirma a fé e estimula a aspiração santa. Não há outras influências que nos ajudem a chegar a tão sublime ideal de consagração. Se você ler os livros “babilônicos” de hoje, alcançará o espírito deles, e é um espírito estranho que o desviará do Senhor seu Deus. Você também pode sofrer grande dano com sacerdotes que têm a pretensão de falar o dialeto de Jerusalém, mas metade de sua mensagem é de Asdode: eles confundirão sua mente e profanarão sua fé. Pode acontecer que um livro que em seu todo seja excelente, com poucas máculas, possa lhe fazer mais mal do que um completamente mau. Cuide-se, obras dessa natureza são lançadas como nuvens de gafanhotos.


            Quase não se pode achar nesses dias um livro que seja inteiramente isento do levedo moderno, e a menor partícula dele fermenta até produzir o erro mais insano. Ao ler livros da nova ordem, embora possa não aparecer nenhuma mentira palpável, você fica consciente de estar recebendo uma distorção e um declínio no tom de seu espírito, portanto, esteja alerta. Mas com a Bíblia você sempre pode estar descansado; ali todo sopro de cada direção traz vida e saúde. Se você se conserva próximo do livro inspirado, não sofrerá mal algum; ao contrário, estará no manancial de todo bem moral e espiritual. Isso é alimento adequado para homens de Deus: é o pão que nutre a vida mais elevada.


            Depois de pregar o evangelho durante quarenta anos, e imprimir os sermões que preguei durante mais de trinta e seis anos, chegando agora a 2200 sermões, feitos em semanas sucessivas, ganhei o direito de falar sobre a superabundância e riqueza da Bíblia como o livro do pastor. Irmãos, ela é inesgotável. Se permanecermos junto ao livro sagrado não teremos nenhum problema de frescor nos textos. Não há dificuldade alguma para encontrar temas totalmente distintos daqueles que tratamos antes; a variedade é tão infinita quanto a plenitude. Uma longa vida será suficiente apenas para margear as costas desse imenso continente de luz. Em meus quarenta anos de ministério só toquei a orla da veste da verdade divina, mas quanta verdade fluiu dela! A Palavra é como seu Autor, infinita, imensurável, sem-fim. Se você fosse ordenado para ser pregador ao longo da eternidade, teria diante de si um tema à altura das demandas eternas.


            Irmãos, será que em alguma parte entre os corpos celestes cada um de nós terá um púlpito? Teremos uma igreja de milhões de léguas? Teremos vozes tão fortalecidas a ponto de alcançar constelações atentas? Seremos testemunhas para o Senhor da graça a miríades de mundos que ficarão atônitos e maravilhados ao ouvir sobre o Deus encarnado? Estaremos rodeados por inteligências puras perguntando sobre o mistério do Deus manifesto na carne e tentando entendê-lo? Os mundos não caídos desejarão ser instruídos no glorioso evangelho do Deus abençoado? E cada um de nós terá uma história pessoal para narrar nossa experiência de amor infinito? Acho que sim, visto que o Senhor nos salvou para "que agora, mediante a igreja, a multiforme sabedoria de Deus se tornasse conhecida dos poderes e autoridades nas regiões celestiais" (Ef 3.10). Se tal é o caso, nossas Bíblias serão suficientes ao longo de eras futuras para prover novos temas a cada manhã, e cantos e mensagens novas por eras sem-fim.



            Estamos resolvidos, portanto, visto que temos esse arsenal vindo do Senhor e que não queremos nenhum outro, a usar somente a Palavra de Deus, e usá-la com grande energia. Estamos resolvidos-e espero que não haja discordância entre nós--a conhecer melhor nossas Bíblias. Será que conhecemos o volume sagrado tão bem, pelo menos metade de como deveríamos conhecer? Temos trabalhado para ter um conhecimento tão completo da Palavra de Deus, como muitos críticos têm conseguido de seu escritor clássico favorito? É possível que ainda nos deparemos com passagens da Bíblia que são novas para nós? Isso devia acontecer? Há qualquer passagem do que o Senhor escreveu que você nunca leu? Foi interessante a observação do meu irmão, Archibald Brown. Ele se impressionou com a constatação de que a não ser que lesse toda a Bíblia, de ponta a ponta, poderia haver ensinos inspirados que nunca conheceria, portanto, resolveu ler os livros na ordem em que são apresentados; e, depois de ler uma vez, ele continuou com o hábito. Será que qualquer um de nós deixou de fazer isso? Vamos começar imediatamente.

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

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Valentes pela Verdade – C. H. Spurgeon




"O SENHOR é um homem de guerra; SENHOR é o seu nome" (Êx 15.3). Aqueles que se alistam sob a sua bandeira terão um Comandante que os treinará para a batalha e lhes dará força e valor. Os tempos sobre os quais Daniel profetizou tinham uma natureza bastante ruim; e foi prometido que o povo de Deus surgiria em suas melhores virtudes: se tornaria forte e valente para confrontar o poderoso adversário.

O povo que conhece ao seu Deus se tornará forte e ativo.

Daniel 11.32


Oh! que conheçamos melhor nosso Deus — seu poder, sua fidelidade, seu amor imutável! Assim, estaremos prontos para arriscar tudo em favor dEle. Deus é um Ser cujo caráter estimula nosso entusiasmo e nos faz ter o desejo de viver e morrer por Ele. Oh! que conheçamos nosso Deus através de uma comunhão familiar com Ele! Assim, nos tornaremos semelhantes a Ele e estaremos preparados para permanecer firmes em favor da verdade e da justiça.


Aquele que sai revigorado, por ter contemplado a face de Deus, nunca temerá a face do homem. Se permanecermos longo tempo na presença de Deus, obteremos um espírito de herói; para nós, um mundo de inimigos será apenas uma gota d'água no oceano. Incontáveis hostes de homens, ou mesmo de demónios, parecerão tão pequenas para nós como as nações o parecem aos olhos de Deus; Ele as considera como gafanhotos. 

Oh! Sejamos valentes pela verdade, neste dia de mentiras!

terça-feira, 9 de setembro de 2014

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Melhor é o fim! | C. H. Spurgeon


Considere o nosso Senhor e Salvador. Em seu princípio, Ele foi desprezado e rejeitado pelos homens; foi um homem de dores, familiarizado com o sofrimento (ver Isaías 53.3). Você pode observar o fim? Nosso Senhor está assentado à direita de Deus, sabendo que todos os seus inimigos se tornarão o estrado de seus pés (ver Salmos 110.1). "Segundo ele é, também nós somos neste mundo" (1 João 4.17).

Melhor é o fim das coisas do que o seu princípio - Eclesiastes 7.8

Você tem de tomar a cruz, pois, se não o fizer, nunca receberá a coroa. Você tem de passar através da lama, pois, se não o fizer, nunca andará nas ruas de ouro. Anime-se, então, crente abatido. "Melhor é o fim das coisas do que o seu princípio". Quão desprezível é a aparência da larva de um inseto. E o começo de uma vida. Todavia, se você observar posteriormente, aquele inseto com asas deslumbrantes estará brincando aos raios de sol, bebendo das flores, cheio de vida e felicidade. Esse é o fim. Aquele inseto é como você, até que seja envolvido na crisálida da morte. Mas, quando Cristo se manifestar, você será semelhante a Ele, porque O verá como Ele é (ver Salmos 17.15).

O diamante de aparência rústica é colocado na roda do lapidário, que o corta em todos os lados. O diamante perde muito, muito do que parecia ser precioso para ele mesmo. O rei é coroado; o diadema é colocado na cabeça do monarca com o alegre som da trombeta. Um resplandecente raio brilha da pequena coroa, brilho que vem daquele exato diamante que tão recentemente foi em extremo afligido pelo lapidário.


Você pode ousar se comparar a tal diamante, pois é um do povo de Deus; este é o tempo do processo de lapidação. A fé e a perseverança têm sua obra perfeita (ver Tiago 1.3,4), pois no dia em que a coroa for colocada na cabeça do "Rei eterno, imortal, invisível" (1 Timóteo 1.17), um brilho de glória resplandecerá de você. "Eles serão para mim particular tesouro, naquele dia que prepararei, diz o SENHOR dos Exércitos" (Malaquias 3.17). "Melhor é o fim das coisas do que o seu princípio."

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

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Verdadeira Humildade! - C. H. Spurgeon






Jesus é o grande ensinador da humildade verdadeira. Veja o Senhor tomando um toalha e secando os pés de seus discípulos! Seguidor de Jesus, você tem se humilhado? Contemple-O como o. Servo dos servos e, com certeza, você não será orgulhoso. A afirmativa "a si mesmo se humilhou" nos oferece um sumário da vida de Jesus na terra. Inicialmente, Ele se despiu da veste de honra e, depois, de outras vestes, até que, em nudez, foi pregado na cruz.


Ali, Ele esvaziou o seu homem mais íntimo, derramando o seu sangue de vida, dando-se a Si mesmo por nós. Por fim, eles O colocaram em um sepulcro emprestado. A que condição tão humilde nosso querido Redentor foi trazido! Como, então, podemos nós ser orgulhosos?


Coloque-se ao pé da cruz e conte as gotas de sangue por meio das quais você foi purificado. Veja a coroa de espinhos e os ombros de nosso Senhor ainda feridos e jorrando o fluxo vermelho de seu sangue. Contemple as mãos e os pés de nosso Senhor cravados pelo ferro áspero, bem como todo o seu Ser desprezado e escarnecido.


Veja a angústia, o sofrimento e as dores intensas da agonia íntima do Senhor revelando-se em sua aparência exterior. Ouça o deprimente clamor: "Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?" (Mateus 27.46.) Se você não está humilhado na presença de Jesus, ainda não O conhece. Você estava tão perdido, que nada poderia salvá-lo, exceto o sacrifício do unigênito Filho de Deus. Visto que Jesus se humilhou por causa de você, prostre-se em humildade aos pés dEle.


Uma compreensão do admirável amor de Cristo possui mais tendência de humilhar-nos do que a compreensão de nossa própria culpa. O orgulho não pode subsistir debaixo da cruz. Assentemo-nos ali e aprendamos nossa lição. Depois, levantemo-nos e a coloquemos em prática.


                              A si mesmo se humilhou. Filipenses 2.8
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