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segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Quando riem de nossa fé! – C. H. Spurgeon

/ On : 15:50/ SOLA SCRIPTURA - Se você crê somente naquilo que gosta no evangelho e rejeita o que não gosta, não é no Evangelho que você crê,mas, sim, em si mesmo - AGOSTINHO.



O estado mais feliz de um cristão é o de mais santidade. Como o calor próximo do sol é mais intenso, assim é a felicidade mais junto a Cristo. Nenhum cristão usufrui desse conforto enquanto tem os olhos fixos em coisas sem valor. Não culpo os ímpios por se atirarem aos seus prazeres. Que tenham sua satisfação. Isso é tudo o que eles têm para usufruir, mas os cristãos têm de buscar seus prazeres e alegrias numa esfera superior às insípidas frivolidades do mundo. Correr atrás de coisas fúteis é perigoso para almas renovadas.


“Pois bem: o caminho para a Cidade Celestial passa justamente pelo meio desta cidade onde se realiza esta feira de desejos; e aquele que pretende chegar à cidade celestial sem atravessar esta cidade "teria de sair do mundo." – O Peregrino


Ao sentir-se fatigado pela luta e pecado com que você depara no caminho, lembre que todos os santos passaram por esse mesmo sofrimento. Não foram levados aos céus carregados em liteiras, e você não deve esperar viajar em condições mais fáceis do que eles. Tiveram que arriscar suas vidas até à morte, nos lugares mais árduos do campo de batalha, e você não será coroado até que também tenha enfrentado as dificuldades como um bom soldado de Jesus Cristo. Portanto, "permanecei firmes na fé, portai-vos varonilmente, fortalecei-vos."


“Agora era a vez desses peregrinos passarem por esta feira. E assim o fizeram, mas tão logo se aproximaram, todo o povo se agitou, e surgiu logo um alvoroço em torno deles, por diversos motivos:
Primeiro, como a roupa dos peregrinos era diferente da dos habitantes da cidade, todos os olhavam admirados, julgando que fossem idiotas ou loucos.


Segundo, assim como se maravilhavam com sua aparência, o mesmo sucedia em relação à sua maneira de falar, pois poucos entendiam o que diziam. Naturalmente falavam a língua de Canaã; os que organizavam a feira eram homens que pertenci¬am a este mundo. Assim, de uma extremidade da feira à outra, pareciam bárbaros uns aos outros. – O Peregrino


Se você segue a Cristo totalmente, tenha certeza de que será chamado por um outro destes nomes. Dirão como você é diferente. Se você é um cristão autêntico, logo será um homem marcado: "Como ele é estranho!" "Como ela é esquisita!" Pensarão que tentamos nos destacar entre os outros, quando de fato somos apenas conscienciosos e estamos nos empenhando em obedecer à vontade de Deus.


Dirão eles: "Como vocês são antiquados! Vocês acreditam nas mesmas coisas antigas como nos tempos de Oliver Cromwell — aquelas doutrinas puritanas arcaicas!" Eles riem de nossa fé e afirmam que perdemos a liberdade.


“A Feira da Vaidade não é um negócio novo, mas uma instituição bastante antiga. Vou mostrar-lhes sua origem. Há cerca de cinco mil anos, peregrinos caminhavam rumo à Cidade Celestial, assim como estes dois homens honestos; e Belzebu, Apoliom e Legião, juntamente com seus acompanhantes, percebendo pelo rumo que tomavam que iriam atravessar a cidade da Vaidade, inventaram estabelecer uma feira permanente na qual se vendessem vaidades, tais como as honras mundanas: casas, terras, empreendimentos, lugares, honras, preferências, títulos, países, reinos, luxúrias, prazeres, e o deleites carnais, como prostitutas, esposas, maridos, crianças, mestres, vidas de escravos, sangue, corpos, almas, prata, ouro, pérolas, pedras preciosas e tudo mais.” - O Peregrino.


Há diversos tipos de vaidade. A roupa e os sininhos do bobo, a diversão do mundo, a dança, a lira e a taça dos libertinos; todos sabem tratar-se de vaidades. Elas usam sobre a testa seus nomes e títulos apropriados. Mais traiçoeiras são coisas igualmente vãs, como os cuidados do mundo e a fascinação das riquezas. Um homem pode estar seguindo a vaidade tão sinceramente no escritório como no teatro. Se ele gasta sua vida amontoando riquezas, está desperdiçando seus dias num espetáculo inútil. A menos que sigamos a Cristo e façamos de Deus o grande objetivo das nossas vidas, só iremos nos diferenciar da maioria frívola na aparência.

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