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sexta-feira, 7 de junho de 2013

Furacões, tornados e terremotos! | C. H. Spurgeon

/ On : 10:46/ SOLA SCRIPTURA - Se você crê somente naquilo que gosta no evangelho e rejeita o que não gosta, não é no Evangelho que você crê,mas, sim, em si mesmo - AGOSTINHO.


Charles Spurgeon num sermão:


Você já ouviu Mr. Woolf contar a história de Aleppo ( Uma cidade na Síria ) -  ser engolida por um terremoto? De repente, acordou numa manhã, ele nem imaginava, ele saiu de Aleppo... Em determinado momento olhou para trás e onde a grande cidade tinha estado havia apenas um vácuo, toda Aleppo tinha sido engolida.

Quem fez isso? Quem, senão Deus!

Você nunca ouviu falar sobre o terremoto de Lisboa, e de parte da população da cidade que foi tragada, sugada para baixo e consumida? Você nunca ouviu falar de ilhas inteiras desaparecendo, sendo de repente submersas com seus moradores, e um rastro de destruição deixado para trás?

Será que você nunca ouviu falar de tornados, ou de navios com centenas de pessoas a bordo sendo conduzidos para o fundo do mar pela força do vento, pela fúria da tempestade, ou melhor, pela voz irresistível daquele a quem os ventos e as ondas obedecem?

Ora, tais calamidades terríveis acontecem com tanta frequência que estamos acostumados a ler  quase todos os dias sobre algum desastre de cortar o coração, uma explosão de uma mina de carvão, depois uma colisão na estrada de ferro, um navio que afunda à vista da costa...

Embora algumas dessas tragédias devam ser rastreadas ao descuido humano, outras puramente acidentais... mas muitas são aquelas que a providência humana jamais poderia evitar, são corretamente chamadas de “visitações”, pois são totalmente inevitáveis.


Furacões, tornados e terremotos sempre ocorrerão enquanto o mundo existir. Ainda assim, “a terra é do Senhor, e a sua plenitude, o mundo e aqueles que nele habitam” – O Deus da Providência que adoramos confunde nossa pouca sabedoria pelos males que Ele permite – na verdade, ordena – e os elementos que Ele solta, mas eu me curvo diante dEle com um amor que jamais é diminuído pelos choques convulsivos da natureza, ou as tristezas que contaminam nossa débil corrida em terra e no mar, em casa ou no exterior, porque sei que Ele é bom, extremamente bom nas tempestades bem como na mais profunda calma, mesmo quando não posso entender todas as formas que sua Providência toma – Ele tudo ordena, eu o adoro.

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