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sexta-feira, 23 de maio de 2014

Tão essencial quanto respirar | Charles Spurgeon

/ On : 11:32/ SOLA SCRIPTURA - Se você crê somente naquilo que gosta no evangelho e rejeita o que não gosta, não é no Evangelho que você crê,mas, sim, em si mesmo - AGOSTINHO.

Meditação em “Oração fora de época”, Sermão n º 2851, pregado no Tabernáculo Metropolitano, Newington, no Domingo, 14 de outubro de 1877.


Eu oro a Deus, principalmente, porque não posso deixar de fazê-lo. Clamo a Deus pela mesma razão que eu como quando eu sinto fome, e pela mesma razão que eu começo a gemer quando eu estou com dor; é a expressão externa da condição da minha vida interior. Não posso deixar de orar.


Eu acho que, se alguém me dissesse: “Você não deve se ajoelhar para orar," não faria qualquer diferença para a minha oração. Se eu não fosse autorizado a proferir uma palavra durante todo o dia, mas ficar mudo, não afetaria a minha oração. Se eu não pudesse ter ou me impedissem de ter cinco minutos num lugar quieto e tranquilo para que eu possa passar em oração, eu continuaria a orar do mesmo jeito.


Minuto a minuto, a cada momento, de alguma forma ou de outra, o meu coração deve estar em comunhão com o meu Deus. A oração se tornou tão essencial para mim como o arfar dos meus pulmões, e as batidas do meu pulso. Eu peço a Deus para me dar poder na oração; e eu me censurar se eu sou negligente em oração.


Ainda assim, quase inconscientemente, eu fico orando nas ruas, orando enquanto prego a você; às vezes, quase oramos em nosso sono.


Temos então um  espírito de oração que, sem quase perceber, há uma oração saltando do coração, e o próprio olhar do olho torna-se um meio de comunhão com Deus. Então, essa é a minha resposta à pergunta do Senhor: “Por que clamas a mim?”  “Eu oro porque eu não posso deixar de fazê-lo.”


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