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domingo, 5 de novembro de 2017

A Plenitude de Cristo – C. H. Spurgeon

/ On : 12:36/ SOLA SCRIPTURA - Se você crê somente naquilo que gosta no evangelho e rejeita o que não gosta, não é no Evangelho que você crê,mas, sim, em si mesmo - AGOSTINHO.


"E de sua plenitude todos nós recebemos." João 1:16.


Leitura adicional - Colossenses 2: 1-10


O texto nos informa que existe uma plenitude em Cristo.

Existe uma plenitude da Deidade essencial, "pois nela habita toda a plenitude da Divindade".


Existe uma plenitude de humanidade perfeita, pois nele "corporalmente" a Divindade foi revelada. Participante da carne e do sangue, feito em todas as coisas como aos seus irmãos, não havia nada que fosse necessário para ele na perfeição humana, Ele é a expressão dela.


Há uma plenitude de eficácia expiatória em seu sangue, pois "o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo pecado".


Existe uma plenitude de justificação e justiça em sua vida, pois "portanto, agora não há condenação para os que estão em Cristo Jesus. "


Existe uma plenitude de prevalência divina em sua súplica, pois" ele também pode salvar perfeitamente todos os que chegam a Deus por ele, visto que ele sempre vive para interceder por eles ".


Há uma plenitude de vitoria em sua morte, porque "através da morte" ele destruiu "aquele que tinha o poder da morte, isto é, o diabo."


Há uma plenitude de eficácia na sua ressurreição dentre os mortos, pois por isso somos gerados "novamente para uma viva esperança."


Há uma plenitude de triunfo na sua ascensão, pois" quando ele subiu ao alto, conduziu cativo o cativeiro e deu dons aos homens".


Há uma plenitude de bênçãos indescritível, desconhecida; uma plenitude de graça para perdoar, de graça para regenerar, de graça para santificar, de graça para preservar e de graça para aperfeiçoar.


Há uma plenitude em todo o tempo, uma plenitude de dia e uma plenitude de noite; a plenitude de conforto na aflição, a plenitude de orientação na prosperidade, a plenitude de cada atributo divino, da sabedoria, do poder, do amor; uma plenitude que era impossível pesquisar, muito menos explorar.


PARA MEDITAÇÃO: Louve a Deus que ele não tenha guardado sua plenitude para si mesmo. A igreja é descrita como o corpo e a plenitude de Cristo (Efésios 1:23). Podemos realmente receber de sua plenitude (João 1:16), ser preenchido com isso (Efésios 3:19) e progredir em direção a ele (Efésios 4:13).

Tirado e adaptado do Sermão nº 415 – Pregado na Manhã de Domingo, 20 de Outubro de 1861 no Tabernáculo Metropolitano por Charles Spurgeon.


Traduzido e adaptado por http://www.josemarbessa.com/

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